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EDP no combate à pobreza energética na África subsariana

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De forma a promover o acesso a energia renovável em países em desenvolvimento, a EDP – Energias de Portugal avança com uma nova edição do Fundo A2E (Access to Energy). Um programa de financiamento no combate à pobreza energética que pretende apoiar projetos de energia limpa em cinco países africanos, nomeadamente: Moçambique, Nigéria, Maláui, Angola e Ruanda.

COMPROMISSO COM A SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL CAMINHA LADO A LADO COM O DESENVOLVIMENTO SOCIAL

À semelhança das edições anteriores, a educação, a saúde, a agricultura, os negócios e a comunidade são as áreas prioritárias para os apoios do Fundo A2E. Também o impacto social, as parceiras, a sustentabilidade, o potencial de expansão e a viabilidade financeira estão entre os critérios de avaliação.

De acordo com a EDP, desde que foi lançado este programa, em 2018, “recebeu mais de 260 candidaturas, tendo disponibilizado cerca de um milhão de euros para apoiar projetos que, através das energias renováveis, contribuem para o desenvolvimento social, económico e ambiental de comunidades em zonas remotas.” Salientando, “estima-se que os projetos apoiados pela EDP nos últimos três anos beneficiem de forma direta a vida de mais de 55 mil pessoas e, indiretamente, de mais de um milhão de pessoas.”

O compromisso da entidade com a sustentabilidade e o combate à pobreza energética tem dado prioridade a investimentos na África subsariana. Entre os investimentos em empresas com iniciativas sustentáveis, nos últimos anos, destacam-se as participações na SolarWorks!, que comercializa soluções descentralizadas de energia solar em Moçambique e no Maláui, e na Rensource, que desenvolve e gere mini-redes de energia solar na Nigéria. Uma aposta que a EDP tem assumido, com o foco de apoiar projetos de energia renovável e soluções de sustentabilidade que garantam a todos o acesso à energia.

O Fundo A2E assegura apoios financeiros entre 25 e 100 mil euros por projeto. Os resultados irão ser conhecidos em abril e os seus promotores terão de executar os projetos no espaço de um ano.