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Nova etiqueta energética distingue eletrodomésticos eficientes

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De modo a facilitar a distinção dos eletrodomésticos mais eficientes foi aprovada, junto da União Europeia (UE), uma nova etiqueta energética. Os aparelhos mais recentes como máquinas de lavar, frigoríficos, televisores, entre outros equipamentos domésticos  têm de passar a exibir uma etiqueta energética que retoma a classificação original: de A (mais eficiente) a G (menos eficiente).

Devido aos avanços tecnológicos, a escala de eficiência energética, ao longo dos anos, foi sofrendo adições de classes “+”, existindo várias categorias de produtos que apresentam apenas produtos de classe “+” no mercado. Para contrariar a confusão dessa adição, devido às classes superiores da escala A, A+, A++ ou A+++, eram muitas as organizações de consumidores que reivindicavam a implementação desta nova etiqueta energética junto da UE.

IMPLEMENTAÇÃO DA NOVA ETIQUETA ENERGÉTICA DA UE

A fim de garantir uma boa implementação desta medida e de forma a apoiar o mercado português na introdução da nova etiqueta, a ADENE lançou um site onde disponibiliza toda a informação necessária aos consumidores e profissionais.

De acordo com o estudo “Eurobarometer on energy”, 93% dos consumidores reconhecem a etiqueta energética, mas, apenas, 79% leva em consideração a mesma para efetuar a aquisição de novos produtos. Desta forma, a nova etiqueta energética torna-se um instrumento fundamental de apoio aos consumidores no ato da compra e, ao mesmo tempo, impulsiona as indústrias a inovar, produzindo novos produtos mais eficientes, apresentando classes superiores da escala energética.

Esta nova etiqueta energética entrou em vigor no dia 1 de março de 2021 e tem de estar disponível quer nas lojas físicas como online, embora, numa fase inicial, apenas, para quatro grupos de produtos: aparelhos de refrigeração, máquinas de lavar roupa e máquinas combinadas de lavar e secar roupa, máquinas de lavar loiça, televisores e ecrãs eletrónicos.

Para além disso, as novas etiquetas apresentam, ainda, um código QR que permite o acesso direto à base de dados de produtos da Comissão Europeia – EPREL, facilitando o acesso à informação sobre todos os produtos comercializados no Espaço Económico Europeu. Por outro lado, a etiqueta apresenta novos pictogramas que complementam a informação ao consumidor.

Só a partir de setembro de 2021 é que entra em vigor a nova etiqueta energética para as fontes de luz, como as lâmpadas LED e, só mais tarde, para outros aparelhos eletrónicos.