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“Não fiques à seca!” desafia alunos para o combate à escassez de água

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O concurso “Não fiques à seca!” tem como mote combater a escassez de água. O objetivo? Que os alunos do secundário, provenientes de 80 municípios da região Norte, deem asas à imaginação e criem um vídeo que sensibilize para a importância de reduzir e reutilizar este que é um dos recursos mais escassos do planeta, a água. Promovido pela Universidade Católica no Porto, em parceria com a Águas do Norte, a Águas do Douro e Paiva e a SIMDOURO – Saneamento do Grande Porto, este encontra-se com as inscrições abertas até 29 de outubro. Os melhores vídeos, quer sejam apresentados a título individual ou em equipa (até três estudantes) serão premiados.

“O concurso está em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)  – Água Potável e Saneamento (ODS6) e Ação Climática (ODS13) – e pretende suscitar nos estudantes do secundário a vontade de aliarem as suas competências de comunicação e vídeo com este tema tão pertinente: a preservação de um bem escasso como é a água,” salienta Célia Manaia, Vice Presidente da Universidade Católica no Porto.

COMO PARTICIPAR NO “NÃO FIQUES À SECA!”

Esta iniciativa contribui para a mudança de comportamentos e de hábitos de consumo, no sentido de promover uma crescente e coletiva eficiência hídrica com vista à preservação deste recurso. Esta é uma oportunidade para que os estudantes do secundário, de qualquer área científica, sejam verdadeiros agentes de mudança, em prol de uma maior sustentabilidade ambiental.

Cada vídeo, que não poderá ultrapassar os 3 minutos,  deve transmitir uma mensagem clara, baseada em informação credível e rigorosa. Mas o desafio não fica por aqui e os concorrentes terão de conseguir passar essa mensagem de forma criativa e assertiva, cumprindo o objetivo de sensibilização. As submissões dos trabalhos deverão ser efetuadas através do preenchimento do formulário online disponível no website da Universidade Católica no Porto, até 29 de outubro.

Excelentes iniciativas que servem de alerta para combater este flagelo, considerado uma das maiores problemáticas ambientais. Através deste tipo de ações que incutem verdadeiramente a Educação Ambiental é possível caminharmos rumo a um planeta mais equilibro, verde e saudável. O papel participativo é fundamental na consciencialização e na mudança comportamental.