Figuras públicas portuguesas apelam ao fim do comércio das barbatanas

barbatana-comercia-sustentabilidade-essencia-ambiente

Com o objetivo de acabar com o comércio de barbatanas de tubarão, uma série de caras conhecidas portuguesas uniram-se para apoiar a iniciativa de cidadania europeia “Stop-finning – Stop the Trade”. Uma ação que procura reunir um milhão de assinaturas para que seja obrigatório, no comércio de tubarões e raias, manter as suas barbatanas unidas ao corpo para promover a redução substancial da pressão piscatória sobre estas espécies.

Bárbara Guimarães, Cláudia Vieira, Francisco Garcia, João Manzarra, João Pedro Pais, Mariana Pacheco, Mónica Sintra, Sara Norte e Ricardo Carriço são apenas algumas das caras envolvidas nesta iniciativa que une esforços para angariar assinaturas para o fim do comércio de barbatanas de tubarão.

Diversos grupos de biólogos, de mergulhadores, de formadores e de professores têm sido um motor de divulgação desta iniciativa de cidadania europeia para reforçar a necessidade urgente da adoção de medidas concretas, de forma a evitar o colapso das populações destas espécies essenciais aos ecossistemas marinhos.

PAPEL DE PORTUGAL NA PROTEÇÃO DAS ESPÉCIES DE TUBARÃO

Portugal tem vindo a alertar para a conservação de algumas das espécies de tubarões mais ameaçadas ao nível da extinção. Recentemente, para alertar para a necessidade, urgente, de reforçar os esforços de conservação do tubarão anequim, alguns investigadores e especialistas enviaram uma carta pública à União Europeia (U.E) para exigir a tomada de medidas decisivas, que protejam esta espécie animal da pesca insustentável.

Para além disso, desde o dia 1 de janeiro está proibido o desembarque de tubarões da espécie anequim nos portos nacionais e, desde o início de fevereiro, está ainda proibida a captura e comercialização de tubarões de profundidade.

Prevenir a extinção das espécies de tubarão e as capturas acidentais são fundamentais.  E é por isso mesmo é que a Stop-finning – Stop the Trade age em colaboração com diversas caras conhecidas para que rapidamente se torne viral a necessidade de se agir. Para fazer face a esta problemática, até dia 31 de janeiro de 2022, é possível assinar esta proposta de alteração legislativa. Assegurar um ecossistema marinho sustentável e saudável torna-se primordial.

Partilhar artigo:

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Get started

If you want to get a free consultation without any obligations, fill in the form below and we'll get in touch with you.